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Notícias de Guaratiba

Transporte Alternativo.

Uma solução do povo para o povo que é perseguida e reprimida.

Em 1994 a Estrada do Magarça era muito estreita, perigosa, sem sinalização, sem acostamento e excessivamente esburacada com suas pontes estreitas quase caindo. Só existia precariamente uma única linha de ônibus circular, "866" da empresa Jabour que circulava num único sentido. Quem fosse de Guaratiba para Campo Grande, primeiro fazia um tour por Pedra de Guaratiba, Trevo dos Anjos do Rio, Mato alto, Largo do Correia, Monteiro e aí finalmente, Campo Grande. A volta já vinha direto.

As pessoas que trabalhavam nas regiões, Zona Oeste oriental "Recreio e Barra", Zona Sul e Centro, necessitavam primeiro ir a Campo Grande, fazendo aquele tour descrito anteriormente", para depois embarcarem em outro ônibus "Linhas 854 da Jabour ou o 398 da Oriental" para seguirem seus destinos, além do custo dobrado, era uma perda enorme de tempo. Resumindo, era um enorme transtorno.

Na volta do trabalho, as pessoas já cansadas, desembarcavam primeiro na Rodoviária de Campo Grande e pegavam "aquele ônibus que circulava num único sentido", só que agora, "de Campo Grande para Guaratiba", ele vinha direto. Posteriormente esta empresa de ônibus que circulava em um único sentido, a Jabour, colocou outra linha circular, agora no sentido contrário, "Linha 852", o que amenizou bastante o sofrimento da população.

Muito tempo depois, a empresa Pégaso Tarifa "A", "na época sem ar condicionado e com o valor da passagem um absurdo de caro", passou a circular também pela Estrada do Magarça muito espaçadamente nos dois sentidos, indo da rodoviária de Campo Grande até o Castelo e vice versa, era muito comum encontrar insetos dentro do ônibus (baratinhas do tipo de cozinha).

Outra empresa de ônibus, também muito tempo depois, implantou a Linha "381" saindo de Pedra de Guaratiba para o Centro via Av. Brasil, circulando pela Estrada do Magarça de hora em hora nos dois sentidos. Só que a explosão demográfica da região, não era acompanhada pelos donos das empresas de ônibus que não aumentavam o número de carros das respectivas frotas, seus ônibus circulavam excessivamente lotados, às vezes de portas abertas com as pessoas penduradas, e deixando a pé muitas pessoas que não se atreviam a entrar.

Neste exato momento, devido à escassez de carros das empresas e ao crescimento em progressão geométrica da população, fez-se prevalecer à lei do comércio. Algumas pessoas começaram a utilizar suas Kombis particulares para o transporte de pessoas, oferecendo conforto aos passageiros. Primeiro somente na região de Guaratiba e posteriormente ousando um pouco mais indo até a Barra da Tijuca e em seguida até o Centro do Rio.

Este tipo de atividade foi crescendo e se sofisticando, oferecendo hoje em dia veículos mais seguros, "Vans" que aliado ao conforto de se viajar sentado até o destino, o passageiro ainda goza do conforto do ar condicionado. O Transporte Alternativo foi à melhor solução em termos de transporte que aconteceu para a população. À população quer é ir confortável e dignamente até o seu destino, seu trabalho e vice versa.

Agora, alguns políticos que não precisam usar transporte coletivo e não conhecem nossas carências, condenam sob diversos pretextos o funcionamento destas Kombis e Vans, estabelecendo limites e rotas. Seria muito melhor se a população fosse consultada para que pudessem externar as reais necessidades em termos de transportes coletivos da região.

Se houveram alguns acidentes com Vans, também houve com os ônibus, com os carros, com os aviões, com os trens, com as motos, etc. Precisamos acabar com esta retórica política que fala em falta de segurança do transporte alternativo, quando na realidade sabemos que existem problemas bem maiores nos transportes coletivos a serem resolvidos. Quem tem que decidir o que é melhor para a população, é a própria população e que por ora, opta pelas Vans e Kombis, pois são melhores sob os aspectos de conforto, regularidade e porque não afirmar também segurança.

Ao invés de reprimirem o Transporte Alternativo, os nossos dirigentes deviam solicitar aos donos de empresas de ônibus que aumentassem as ofertas de carro por linha, com ônibus mais confortáveis, com ar condicionado e por um preço justo e compatível, de tal forma que pudesse atender com eficácia a população mais carente da nossa região.

Façam valer a lei da oferta e da procura, se for oferecido à população um transporte confortável, regular, seguro e barato, sobreviverá quem oferecer o melhor custo benefício. Limitar o número de Vans por linha não é correto, pois o povo é que é o verdadeiro termômetro deste limite do número de Vans por linha. A população aumenta, automaticamente a quantidade de Vans daquela linha também aumenta, pura matemática.

A população decidirá utilizar o que melhor convém.

| 21.11.2008 | Texto : Luismar Daminelli

Natalino Guimarães renuncia ao mandato de deputado estadual.

Ele é suspeito de comandar um grupo de paramilitares em Campo Grande, na Zona Oeste.

Um dia após o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro aceitar denúncia contra seis suspeitos de participação em milícia, o deputado estadual Natalino Guimarães renunciou ao mandato nesta terça-feira (18). Ele é suspeito de comandar um grupo de paramilitares em Campo Grande, na Zona Oeste.

Além de Natalino, foram denunciados o ex-PM Luciano Guimarães, sobrinho do parlamentar; Júlio César Pereira da Costa, assessor de Natalino; o cabo da PM Rogério Alves de Carvalho; Fábio Pereira de Oliveira, o Fábio Gordo; e o PM Moisés Ferreira Maia. Todos negam as acusações.

Com a carta de renúncia na mão, o advogado do deputado Natalino Guimarães chegou à Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) acompanhado da mulher e da sobrinha do parlamentar. Os três foram recebidos pelo presidente da Casa, deputado Jorge Picianni, que protocolou a carta.

No documento, Natalino diz que se encontra preso em regime de incomunicabilidade sofrendo todo o tipo de humilhação e tortura física e moral. Com a renúncia, ele espera poder se defender melhor. Além disso, o processo volta para a primeira instância.

Natalino foi preso em julho deste ano, em sua casa, em Campo Grande, no Rio, durante uma reunião com supostos integrantes da milícia. Ele foi afastado do cargo de inspetor da Polícia Civil com a acusação de ser o líder do grupo com o irmão Jerônimo Guimarães, o vereador Jerominho (PMDB).

| 21.11.2008 | Fonte: Veja reportagem completa

Ilhas do mar do Rio.

Prática de escalada leva esportistas a desbravarem ilhas.

As ilhas do mar do Rio são a paisagem oficial das praias cariocas. Mas, enquanto a maioria dos banhistas contempla, alguns desbravadores vêem naqueles picos de rocha que brotam das águas calmas o palco de suas aventuras. De acordo com reportagem publicada no jornal O GLOBO, são os escaladores insulares, que já conquistaram vias nas rochas de quatro ilhas voltadas para mar aberto da cidade: Cagarra e Redonda, em frente à Ipanema; Pontuda, que pertence ao arquipélago das Tijucas, na Barra; e Rasa, em Guaratiba.

É preciso ser muito mais que um simples aventureiro para encarar uma escalada insular. Muitas vezes, chegar à base da rocha é tão ou mais difícil que a conquista do pico. André Ilha, que além de presidente do Instituto Estadual de Florestas (IEF) é um escalador apaixonado pelas ilhas do Rio, fala sobre o desafio.

| 21.11.2008 | Fonte: Veja galeria de imagens

Proteger a Mata Atlântica pode ser um bom negócio.

Proteger a floresta pode ser mais lucrativo do que derrubá-la.

O governo estadual vai criar um fundo para a Mata Atlântica, que permitirá uma aplicação mais ágil dos recursos provenientes de compensação ambiental e de doações diversas. A informação é do presidente do Instituto Estadual de Florestas (IEF/RJ), André Ilha, que participou nesta segunda-feira ,dia 17, da abertura da Semana Nacional da Mata Atlântica, representando a secretária do Ambiente, Marilene Ramos.

A solenidade, no Teatro Tom Jobim do Jardim Botânico, contou com a presença do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc.

De acordo com o presidente do IEF/RJ, que fez um balanço das ações do governo estadual de proteção à Mata Atlântica, o fundo, que está em fase adiantada de estudos e deve ser implementado em 2009, será uma opção para a iniciativa privada no momento da aplicação de recursos de compensação por empreendimentos de significativo impacto ambiental.

O fundo será responsável pela execução dos projetos aprovados pela Câmara de Compensação Ambiental estadual, tarefas atualmente realizadas pelas próprias empresas e pelos órgãos ambientais. Haverá também mecanismos para aplicação de recursos em despesas de custeio.

A criação de 18 Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN), na última sexta-feira, dia14, deu impulso à parceria entre o estado e os proprietários particulares na conservação da Mata Atlântica, com cerca de 700 hectares protegidos e várias outras reservas em fase de análise, que deverão agregar milhares de hectares ao Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).

| 21.11.2008 | Fonte: Leia mais no

Município prepara Zona Oeste para grandes investimentos.

A Prefeitura vem trabalhando em vários segmentos para adequar a Zona Oeste, principalmente a área e o entorno de Santa Cruz, para a implantação de dois grandes empreendimentos que provocarão forte impacto socioeconômico na região: o Pólo Siderúrgico e a duplicação das instalações da empresa Gerdau/Cosigua. Entre as iniciativas municipais estão a ampliação da infraestrutura local, adequação da legislação urbanística e da malha viária de acesso, e o planejamento de ações de médio e longo prazos, por meio do Grupo de Trabalho Santa Cruz.

O mais recente Rio Estudos encartado no Diário Oficial apresenta o Relatório do Grupo de Trabalho Santa Cruz, coordenado pela Secretaria Municipal de Urbanismo e integrado por órgãos municipais, estaduais e federais, além de representantes das siderúrgicas envolvidas.

| 21.11.2008 |Fonte: Site da Prefeitura