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COMLURB analisa lixo produzido em Guaratiba.

Lixo tem muito peixe e legumes com pouco remédio.

A vida sedentária, o estresse e a obesidade cada vez mais comuns entre os jovens estão elevando o consumo de remédios para controlar a pressão arterial, segundo aponta o levantamento da Comlurb. Os anti-hipertensivos são de longe os medicamentos mais usados pelos cariocas. O remédio, distribuído gratuitamente pela Secretaria Municipal de Saúde, aparece em primeiro lugar em 27 das 28 Regiões Administrativas do Rio de Janeiro, seguido pelos antiinflamatórios. Apenas em Guaratiba, na Zona Oeste, este tipo de medicamento lidera o ranking.

“Os anti-hipertensivos eram usados pela população idosa. Hoje, cariocas na casa dos 40 anos que levam vida sedentária e se alimentam mal estão tomando o medicamento para prevenir doenças graves”, diz a pesquisadora Adair. O estudo, que poderia ser utilizado pelo Ministério da Saúde, chama a atenção também para o aumento de medicamentos genéricos em toda a cidade. “Aos poucos ele foi conquistando a confiança da população de que faz efeito”, atesta Adair.

A pesquisa, que tem por objetivo definir rotas e tipos de caminhões utilizados na coleta domiciliar, revelou outro dado curioso. Os remédios para tratamento da Aids não apareciam no lixo. “Talvez pelo preconceito, as pessoas tinham receio de que soubessem que ela era portadora do HIV. Hoje o remédio já aparece em todas as regiões”, conta Adair.

Os antidepressivos e os remédios que necessitam de receita médica são mais comuns na Zona Sul do Rio. Já nas lixeiras de Madureira, no subúrbio, quase não apareceram remédios contra depressão em 2008. “As pessoas parecem ser mais felizes. Gostam de reunir os amigos para churrasco no fim de semana. Em compensação você observa embalagens de remédios para controle do colesterol e da glicose (açúcar no sangue), pois estão muito acima do peso”, constata a pesquisadora. Segundo ela, o carioca tem mania de se automedicar. “Ele não quer gastar dinheiro com consulta médica. Se alguém diz que é muito bom, ele toma o remédio”, alerta.

Em Santa Cruz, na Zona Oeste, as sobras de remédios denunciam a precariedade do atendimento hospitalar e de saneamento básico. Nas lixeiras de lá, há muitas drogas para tratamento de doenças do coração e do aparelho circulatório já em estado avançado, além de medicamentos para doenças parasitárias. “A dificuldade no acesso médico pode retardar o tratamento da doença”, diz.

Ano passado a Comlurb recolheu 48 mil toneladas de lixo domiciliar. As embalagens de medicamentos separadas na catação dos garis são uma parte da análise sociológica do lixo. “O carioca toma muito remédio. Mas nem todos. Em Guaratiba, tem muito peixe e legumes e pouco remédio”, diz o gari João Luis Richter, 30 anos.

| 01.02.2009 | Fonte:

Bloqueios em Barra de Guaratiba.

Secretaria realizará Operação Verão em Barra de Guaratiba a partir deste sábado.

A partir do último sábado e até o dia 31 de março, a secretaria municipal de Transportes realizará a Operação Verão em Barra de Guaratiba, aos sábados, domingos e feriados, de 07h30m às 21h.

Na Estrada Roberto Burle Marx, será implantada operação de acesso controlado entre a Ponte Velha e a Estrada do Canto da Praia, em função da disponibilidade limitada de estacionamento, ficando o acesso viário à Praia da Barra de Guaratiba restrito a veículos de moradores com garagem e veículos de transporte coletivo , alternativo e táxis. Os demais veículos bem como os ônibus de turismo deverão retornar nos bloqueios seletivos, conforme a necessidade dos passageiros.

Segundo a secretaria, quando não houver mais disponibilidade para estacionamento na Estrada Roberto Burle Marx , será efetudo bloqueio viário nos seguintes locais:

- Estrada Roberto Burle Marx X Av. das Américas - Bloqueio seletivo, orientando os motoristas dos veículos de pequeno porte e os ônibus de turismo;

- Estrada Roberto Burle Marx X Estr do Grumari - Bloqueio seletivo, informando aos motoristas a situação do estacionamento;

- Estrada Roberto Burle Marx X Ponte Velha - Bloqueio Total - acesso exclusivo a moradores com garagem e veículos de transporte coletivo não turístico;

- Estrada Roberto Burle Marx x Praia da Barra de Guaratiba - Bloqueio Total - acesso exclusivo a moradores;

A CET-Rio informa que será reprimido e estacionamento irregular com o objetivo de dar fluidez ao trânsito.

Caso necessário, poderá também ser implantado o mesmo planejamento viário nos dias úteis, de acordo com a demanda de veículos.

O Portal parabeniza a Secretaria pela iniciativa, mas alerta para o fato de que o comércio receptivo local que possue garagem poderá ser prejudicado se não forem adotadas medidas alternativas para entrada dos clientes.

As pousadas e restaurantes que possuem garagem ou estacionamento para seus clientes precisam de medidas alternativas que permitam o acesso inicial.

| 01.02.2009 |Fonte:

Espaço Brasil 2001 - Aprendizes da Esperança.

Oficinas de arte em Barra de Guaratiba.

O Instituto Centro Alternativo para Comunicação e Desenvolvimento ESPAÇO BRASIL 2001/APRENDIZES DA ESPERANÇA é uma organização sem fins lucrativos, fundada em 1988 no Rio de Janeiro por iniciativa de jovens franceses e brasileiros, tendo como objetivo promover intercâmbios culturais e técnicos, tanto na área da cultura, como da educação, saúde, consciência ambiental e cívica.

Reconhecida pela UNESCO desde 1989 e, em parceria com instituições, escolas, grupos comunitários e com apoio da comunidade e de movimentos internacionais de juventude, mobilizados na Europa, a entidade fomenta oficinas criativas visando a promoção social e profissional da juventude.

Com sede administrativa no Jardim de Gaya, em Barra de Guaratiba, o ICADC promoveu intercâmbios culturais com escolas da Zona Oeste no Rio de Janeiro, além de encontros artísticos e gastronômicos, sempre voltados para educação, à preservação do patrimônio e à cidadania da juventude.

Em 2005, o ICADC lançou um intercâmbio escolar em prol da Cultura da Paz, no âmbito da Temporada cultural do Brasil na França, com intuito sensibilizar a juventude para o resgate e a valorização do patrimônio natural e cultural local, no cumprimento da Agenda 21. Apoiado pelo MINC, o MAM e a UNESCO, e em parceria com a associação francesa Les Apprentis de l’Espérance, o ICADC mobilizou 132 escolas e projetos nacionais para ser apresentados ate 2010 em estabelecimentos públicos da Região de Provence, no sul da França.

Hoje, aproveitando da Temporada cultural da França no Brasil, e sempre numa preocupação de contribuir ao desenvolvimento social e cultural da Zona Oeste através de intercâmbios culturais e técnicos, o ICADC vem renovar a sua proposta cultural para a juventude da Barra de Guaratiba.

Oficinas de Teatro, Musica, Dança e Artes plásticas estão sendo graciosamente oferecidas no Jardim de Gaya, em horário extra-escolar, de Quinta a Sábado, por profissionais especializados e reconhecidos nacional e internacionalmente.

Além disso, um Cineclube está programado no primeiro Sábado de cada mês. Filmes, curtas e documentários, nacionais e estrangeiros, estarão sendo divulgados em duas sessões públicas e grátis (18h e 20h). Eventos diversificados e encontros artísticos, mesclando as duas culturas estão sendo cogitados durante o ano todo.

| 01.02.2009 | Maiores informações Telefone 8304-3376 com Marlua ou pelo site www.brasil21.org

Centenário do nascimento de Burle Marx (1909-2009).

Sua obra está sendo apresentada no Paço Imperial na retrospectiva "A permanência do Instável".

Texto: Eleone Prestes

Roberto Burle Marx (SP, 1909 — RJ, 1994) deve estar aplaudindo a reunião da sua obra no Paço Imperial na retrospectiva A permanência do instável. Trata-se da celebração ao seu centenário de nascimento, que começou no dia 12 de dezembro de 2008 e se estende até 22 de março de 2009.

O térreo do Paço Imperial, localizado no centro histórico do Rio, tem um jardim, projetado por RBM para uma área interna do Museu Nacional de Belas Artes, RJ, adaptado ali por Isabela e Haruyoshi Ono, este sócio-colaborador, herdeiro e atual responsável pelo Escritório Burle Marx & Cia. Ltda. Começa então a viagem pela eterna obra de Burle Marx.

Essa é a última exposição da trilogia sobre o nosso modernismo iniciada em 2002 pelo Paço Imperial com a mostra Lucio Costa: 100 anos, e, em 2007, com Oscar Niemeyer 10|100. Para viabilizar esta mostra, o Paço conta com a parceira da Fundação Roberto Marinho e com o patrocínio do Itaú Cultural, é bom que que se aplauda.

O curador, Lauro Cavalcanti, faz um mapeamento da múltipla produção artística de Burle Marx — pintura, desenho, gravuras, tecido, tapeçaria, cerâmica, jóias, muranos e projetos paisagísticos, o maior dos paisagistas do século XX e criador da linguagem moderna do paisagismo no mundo.

Burle Marx era autodidata em paisagismo, mas estudou pintura na Escola Nacional de Belas Artes, no Rio, com Cândido Portinari, e com Degner Klemn, em Berlim, em 1928, quando começou a se interessar por plantas.

— (...) No momento em que vou combinar plantas, estou pensando em cor, volume e ritmo — disse o artista da paisagem, que completou: "Decidi-me a usar a topografia natural como uma superfície para a composição e os elementos de natureza encontrada — minerais, vegetais — como materiais de organização plástica, tanto e quanto outro artista procura fazer sua composição com a tela, tintas e pincéis.

Cavalcanti ressalva, porém, que "seria enganoso considerar seu paisagismo simples transposição da pintura". Nos anos 1930 e 1940, suas telas traziam figuras, enquanto o abstracionismo impregnava os projetos paisagísticos. Além disso, seus conceitos de teoria da pintura seriam inválidos sem o profundo conhecimento botânico das espécies.

O sítio Santo Antonio da Bica, em Guaratiba, lugar de plantio, pesquisa e experimentos com espécimes vegetais, residência de Burle Marx até o de sua vida, foi doada por ele ao Estado. Hoje, a propriedade pertence ao IPHAN, funciona como museu e reúne uma das mais importantes coleções de plantas tropicais do mundo, com cerca de 3.500 espécies brasileiras e de localidades como Indonésia e Havaí.

Entre suas obras estão o City Centre Park, de Kuala Lumpur, Malásia, em 1993, sua última obra; o Parque Del Este, em Caracas, Venezuela; Parque do Flamengo e Calçada da Atlântica no Rio de Janeiro; Parque do Ibirapuera e Jardim Botânico, em São Paulo, do Parque Zoobotânico, em Brasília, jardins da Pampulha, e do pioneiro Parque de Araxá, realizado nos anos 40.

No mundo, estão os jardins da Unesco, em Paris, o Biscayne Boulevard, em Miami, em que criou áreas para circulação de pedestres e usou a flora tropical na constituição de campos abstratos de cor, os jardins do prédio do Centro Georges Pompidou, em Paris, Jardim Memorial na Praça Rosa de Luxemburgo, em Berlim, Jardim das Nações, em Viena, jardins do edifício da Organização dos Estados Americanos [OEA], em Washington.

| 01.02.2009 |

Hora do Planeta. O Rio tambem apagará as luzes por uma hora.

O movimento mundial de combate ao aquecimento global, a Hora do Planeta (ou Earth Hour) acontecerá pela primeira vez no Brasil. O Rio de Janeiro é a primeira cidade brasileira a aderir ao movimento criado para conscientizar a população sobre a importância da adoção de novos hábitos e mobilizar a sociedade no combate ao aquecimento global.

Trata-se de um ato simbólico que envolve governos, empresas e a população em geral.

O movimento será promovido pela primeira vez no Brasil e o Rio foi a primeira cidade a aderir à iniciativa. O conselho diretor do WWF-Brasil espera conseguir o apoio de outras cinco capitais para o evento, que acontecerá em 28 de março - São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Florianópolis e Salvado.

Nesse dia, a população será convidada a apagar as luzes da sala de casa por uma hora, das 20h30 às 21h30. Para marcar a adesão do Rio e chamar atenção para a causa, a prefeitura anunciou hoje que serão desligadas as luzes de alguns dos principais monumentos do Rio, como o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, o Jockey Club, o Parque do Flamengo e a Orla de Copacabana na hora do evento.

Realizada pela primeira vez em 2007, a Hora do Planeta contou com a participação de 2,2 milhões de moradores de Sidney, na Austrália. Já em 2008, o movimento contou com a participação de 50 milhões de pessoas, de 400 cidades em 35 países. Simultaneamente apagaram-se as luzes do Coliseu, em Roma, da ponte Golden Gate, em São Francisco e da Opera House, em Sidney, entre outros ícones mundiais.

| 01.02.2009 |