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Notícias de Guaratiba

Rua abandonada e sem iluminação na Ilha de Guaratiba é um perigo para moradores.

Falta de iluminação provoca insegurança.

O Caminho do Morgado na Ilha de Guaratiba é uma estrada estreita que passa serpenteando o morro e vai da Estrada do Morgado até a Rua Gaspar de Lemos. Basicamente o traçado da rua foi sendo definido ao longo dos anos quando a população daquele vale, na inexistência de comércio na região, ia comprar mantimentos em uma venda que existia na Estrada do Morgado. Na direção contrária, as crianças da Estrada do Morgado cortavam o morro no caminho para a Escola Leôncio Correa na Rua Gaspar de Lemos.

Esse caminho assim como o Caminho São Sebastião e a Travessa Amaral foram ao longo dos últimos 40 anos sendo ocupados pelas famílias de posseiros, agricultores com vocação para legumes e hortaliças e mais recentemente com plantas ornamentais.

A estrada sinuosa e sem calçamento vem sendo usada por mais de 200 pessoas que vez por outra aterram os enormes buracos que se formam com as chuvas e a passagem de caminhões pesados dos proprietários de hortos. Mas segundo os moradores o que mais incomoda e assusta é a falta de iluminação que facilita as ações de um indivíduo até agora não identificado que vem molestando as moças da região.

Independentemente de qualquer ação dos moradores, e mesmo sem saber se vamos ser atendidos, o Portal Guaratiba encaminhou um pedido à Prefeitura para iluminação do logradouro. Nosso pedido à Ouvidoria tem o número de registro 1025848 e o assunto da solicitação é Iluminação pública.

| 03.05.2009 |

Estudantes da área de Turismo e Hotelaria visitam o Portal Guaratiba.

Durante dois dias foram proferidas cinco palestras.

O Planteq - Plano Territorial de Qualificação do Ministério do Trabalho é um plano do Governo Federal, cujo objetivo é a profissionalização de pessoas em desigualdade social independente da idade.

O Planteq é bancado com recursos do Fundo de Amparo do Trabalhador (FAT), repassados através do Ministério do Trabalho e Emprego, e do governo do estado às prefeituras. As áreas de turismo, agricultura, meio ambiente, informática e comércio são algumas das áreas atendidas pelos cursos do Planteq, indicadas pelas comissões municipais de emprego. As vagas abertas procuram atender às demandas de cada região.

O CIEDS - Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro, identificaram a necessidade de cursos na área de hotelaria e turismo para suprir a demanda de mão de obra na Zona Oeste do Rio de Janeiro, assim após 200 horas de curso conforme determina o C.O.B. Código Brasileiro de Ocupações formaram cinco turmas com cerca de 100 estudantes nas instalações da Igreja Metodista Betel - Faculdade de Teologia em Campo Grande.

A Professora Mônica Bastos das turmas de "Recepção Hoteleira" e a Professora Kelly Cristina Costa das turmas de "Agente de Turismo" juntamente com suas turmas de formandos, visitaram o Portal Guaratiba nos dias 29 e 30 de abril, quarta e quinta-feira desta semana onde assistiram a cinco palestras ministradas por nosso editor, Sr. Sergio Mello, sobre o Pólo Turístico de Guaratiba e sobre a profissão que pretendem seguir.

| 03.05.2009 | Veja galeria de fotos da visita ao Portal

As Ruas e Estradas de Guaratiba continuam em péssimo estado de conservação.

Na foto abaixo o melhor trecho da Estrada da Matriz.

Na Estrada da Ilha de Guaratiba não se pode andar a mais de 40 km/h, pois acima dessa velocidade o veículo, seja ônibus caminhão ou carro parece que vai desmontar. Quando não são buracos e a rua irregular são as lombadas especialmente criadas porque a Prefeitura não constroi meios-fios nem acostamento.

Na Estrada da Barra de Guaratiba, apesar de estar um pouco melhor, não escapa também das lombadas, e os buracos vez por outra aparecem devido a fragilidade do asfalto que é de péssima qualidade.

A Rua Almirante Carlos Tinoco, na verdade não tem mais rua, é só buraco. Os moradores não se cansam de reclamar, o Portal inclusive já testemunhou uma reclamação de morador diretamente na A.R. em Pedra de Guaratiba.

De modo geral nossas ruas não possuem calçadas, sinalização nem indicativo de ruas, ciclovias apesar de ser enorme o número de bicicletas na região.

Na Zona Sul o pessoal usa bicicleta para lazer, mas aqui em Guaratiba a bicicleta é uma necessidade e seu uso é quase compulsório devido as distâncias, mas ainda assim a Prefeitura não faz nada porque não existe "glamour" em fazer ciclovia p'ra pobre.

| 03.05.2009 |

Eduardo Paes deverá visitar Guaratiba neste mês de maio.

Esta será uma oportunidade que não deverá ser desperdiçada.

Em agosto de 2008, durante um corpo a corpo no Bairro Santa Margarida em Campo Grande o Prefeito reconheceu o abandono da região. Segundo êle “Boa parte dos moradores ainda vivem em vias com piso de terra e os buracos estão por toda a parte”. Chegou a hora de perguntarmos se êle continua com a mesma opinião.

Soubemos informalmente que o Prefeito Eduardo Paes estará visitando a região no dia 17 de maio. Nesta data deverá se encontrar com as lideranças locais. Não sabemos bem como deverá escolher os interlocutores desse diálogo entre a Administração Municipal e as massas - o povo.

Dizem as más línguas, ou boas, não sabemos, que o Prefeito deve chamar os padres da região para um diálogo e saber das necessidades locais (sic), como se eles (os padres) soubessem de nossas necessidades.

Ao questionar fontes ligadas à Administração Regional ficamos sabendo que isso não deve acontecer e que o Prefeito deverá visitar as comunidades em companhia de Salomão Pedregal e seus Assessores.

Nosso administrador, conhecedor de nossas necessidades deveria aproveitar a ocasião para obter do Prefeito o compromisso de execução dos projetos já autorizados para Guaratiba e que foram abortados na administração passada para que os recursos fossem desviados para a construção da Cidade da Música, entre eles o Centro Esportivo na Pedra de Guaratiba, a Lona Cultural, o Pólo Gastronômico, o Túnel da Grota Funda e o reinício das obras de saneamento da região que se encontra parado.

| 03.05.2009 |

Carta Documento do Fórum das Entidades de Guaratiba.

O Fórum das Entidades de Guaratiba aconteceu em 2007.

Nos dias 15 e 16 de setembro de 2007 algumas organizações de Guaratiba, pelo menos as mais representativas, reuniram-se com o propósito de discutir as principais necessidades ou prioridades da região.

Colaboraram com o Fórum das Entidades de Guaratiba o Centro de Estudos Pesquisas e Ações de Guaratiba, a Associação dos Moradores e Amigos do Corrêa, a Igreja Evangélica Verbo da Vida, a Associação de Moradores de Santa Clara, o Centro Integrado de Educação Pública Roberto Burle Marx e a XXVI Administração Regional - Guaratiba e Sepetiba, algumas Associações de Moradores, Lideranças, Igrejas, professores de escolas da Rede Municipal, Estadual e Particular.

As discussões foram organizadas em cinco grupos de trabalho:

Desenvolvimento Social

Cultura e Patrimônio

Desenvolvimento Econômico

Desenvolvimento Ambiental

Desenvolvimento Político

Estas discussões produziram um documento chamado "Carta Documento do Fórum das Entidades de Guaratiba" com o subtítulo de "Propostas para uma Guaratiba que queremos". Este documento inicia com o seguinte texto que achamos da maior relevância:

"Segundo o IBGE, Guaratiba será em 2015 a responsável pelo maior crescimento demográfico absoluto da cidade do Rio de Janeiro, com mais de 263.000 habitantes".

A Carta de Guaratiba, conforme preferimos chamar, continua atual e até que seja produzido outro documento em outro fórum é o documento reivindicatório mais importante construído pelas lideranças locais.

| 03.05.2009 | Carta de Guaratiba

Privatização dos serviços municipais.

Lei enviada pelo executivo em fevereiro foi aprovada esta semana pela Câmara dos Vereadores.

Os vereadores cariocas aprovaram nesta quarta-feira, dia 29 de abril, em primeira discussão, por 38 votos a favor e 11 contra, o Projeto de Lei nº 2/2009, de autoria do Poder Executivo, que qualifica as Organizações Sociais (OS's) para desenvolver atividades, no setor público, nas áreas de educação, pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico, proteção e preservação do meio ambiente, cultura e saúde.

Esta lei vai permitir que uma determinada OS/ONG administre uma escola ou até varias delas. Pelo projeto, a OS/ONG recebe os professores, o prédio e os recursos que a prefeitura aplica na escola; assume a direção e o controle da unidade em nome de compromissos difusos, só comprováveis a longo prazo. O projeto de lei autoriza que este mecanismo seja aplicado em escolas, creches, postos de saúde, hospitais, centros sociais, vilas olímpicas, equipamentos culturais, empresa de limpeza urbana e de iluminação pública etc.

Este tipo de administração já foi tentada pelo prefeito anterior com a privatização das creches, que passaram a ser administradas por cooperativas e ONGs, num modelo parecido com esse que Paes quer aplicar. Assim, por causa da péssima situação dessas creches, desde 2003 que a prefeitura retomou a administração de parte delas, além de ter realizado concursos públicos para o setor.

E fica a pergunta: o que as ONGs faziam com o dinheiro que recebiam? É este modelo de administração que a prefeitura Paes quer implantar em escolas, hospitais e em outros setores. Um modelo privatizante que só serve para fazer a sangria do dinheiro de nossos impostos para entregar aos amigos e apoiadores dos governos.

O Projeto "Escola do Amanhã" de Paes já é, na prática, a aplicação do projeto de lei nº 2. Aprovado ou não pela Câmara, Paes já está fazendo balão de ensaio com as 150 escolas localizadas em áreas de risco. Veja a declaração de Paes à imprensa no dia do lançamento do projeto:

- O poder público perdeu a capacidade de ação nesses lugares há muito tempo", disse Paes.

Se o poder público perdeu o controle das comunidades, quem irá controlar tudo, pelo projeto de Paes são as ONGs, que já estão nas mãos de vereadores, empresários. Enfim, quem controlará a escola é a iniciativa privada.

| 03.05.2009 |Projeto de Lei das OS's aprovado em primeira discussão.

Internet de alta velocidade pela fiação elétrica?

Novidade está sendo testada no Paraná.

Na pequena Santo Antônio da Platina, região do Norte Pioneiro do Paraná, distante 370 km de Curitiba, um grupo de moradores escolhidos em todos os níveis sociais está convivendo com mais uma inovação tecnológica das que não param de acontecer na área de telecomunicações.

Eles estão navegando de graça pela internet com conexões de 10 Mbps depois da aprovação pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) da regulamentação que disciplinou a exploração das telecomunicações por rede elétrica.

Na semana passada, a Companhia Paranaense de Energia (Copel) iniciou com eles os seus testes de desempenho da tecnologia Power Line Communications (PLC), que converte a fiação de energia elétrica em meio físico para conexão com sistemas de comunicações e telecomunicações em banda larga.

Na primeira semana deste mês a Copel conectou dez dos 300 usuários que integram o grupo de amostragem da experiência. Nela, a companhia investiu R$ 1 milhão para a aquisição dos equipamentos, modems e amplificadores de origem sueca, que estão em fase final de instalação, de olho no mercado potencial dos seus 3,5 milhões de consumidores em todo o Estado.

"O usuário atualmente paga um preço determinado pela capacidade e velocidade da sua conexão, não importando se ele a utiliza bastante, pouco ou quase nada", informa Orlando César de Oliveira, coordenador do projeto de PLC da Copel.

"Imaginamos ser possível implantar um sistema de cobrança mais justo, que leve em conta a utilização real e efetiva do internauta", acrescenta. Nas simulações feitas pela empresa, a modificação na forma de cobrança pode resultar numa redução pela metade dos preços cobrados hoje pelos sistemas convencionais de conexão.

" A inovação deve democratizar o acesso da população a esses serviços, aumentando a concorrência e servindo de alternativa às companhias que monopolizam as telecomunicações no Brasil, contribuindo para baratear os preços cobrados", disse o presidente da estatal paranaense, Rubens Ghilardi. A exploração comercial da internet pela rede elétrica foi autorizada pela Anatel, mas a de telefonia fixa ainda terá de esperar. Sua liberação é vista, porém, como questão de tempo.

Segundo ele, o interesse das empresas de eletricidade na PLC é o de concorrer com as operadoras de telefonia fixa oferecendo no futuro um pacote com transmissão de imagem, dados e voz. A Copel ainda não definiu um preço para o serviço, mas simulações apontaram para a possibilidade de rentabilidade de até 700%.

A maior parte da transmissão será feita pela rede de fibra óptica da companhia com 11 mil quilômetros e que já atende a 185 dos 399 municípios do estado. Com mais alguns investimentos, serão atendidos todos os seus 3,5 milhões de clientes no mais de 300 municípios do estado, onde detém 98% do mercado, com um tipo de capilaridade que somente a mineira Cemig também possui no País. "Entrar no mercado de telefonia fixa vai permitir à Copel uma alavancagem brutal em seus rendimentos futuros", imagina Rubens Ghilardi. Em 2008, a estatal paranaense faturou R$ 5,459 bilhões, lucrando R$ 1,55 bilhão.

Até o final de abril, todos os demais usuários que se cadastraram voluntariamente para participar do projeto piloto estarão conectados pelas redes elétricas equipadas para, além de eletricidade, transportar sinais digitais de imagem, som e dados. Eles terão a incumbência de, durante um ano, monitorar e avaliar criticamente o desempenho da tecnologia, produzindo relatórios periódicos para a Copel.

O PLC é uma tecnologia através da qual os sinais de telecomunicação utilizam o mesmo meio físico que a energia elétrica. Como os sinais de comunicação e de energia têm frequências diferentes (alta para os de comunicação e baixa para os de energia), eles podem compartilhar o mesmo meio físico sem interferências entre si. Ou seja, além de eletricidade, uma tomada pode fornecer acesso a diversos outros serviços, como internet em banda larga.

A tecnologia consiste em instalar um modem conhecido como "master" na rede elétrica secundária da baixa tensão que, por sua vez, se comunica com outros modems instalados em qualquer tomada daquele mesmo circuito, possibilitando velocidades de transmissão de até 200 Mbps. Aos seus modems, os usuários conectam computadores ou telefones IP (internet protocol) via cabo ou wi-fi (rede sem fio). As redes elétricas secundárias se interligam a redes primárias de fibras ópticas da mesma forma que nas tecnologias ADSL das operadoras de telefone ou TV por assinatura.

| 03.05.2009 |Fonte: www.itweb.com.br